Prácticas y desafíos en la atención a la persona con heridas hospitalizada en la Unidad de Atención de Emergencia

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Resumen

Objetivo: Comprender la atención prestada por el enfermero a la persona con heridas que, hospitalizada en una Unidad de Atención de Emergencia (UPA), espera transferencia a un hospital de referencia. Métodos: Se trata de una investigación cualitativa, de carácter exploratorio y descriptivo, realizada en un entorno virtual entre los meses de febrero y marzo de 2025, con enfermeros de una UPA. La recolección de datos fue conducida mediante entrevistas semiestructuradas y el análisis mediante el Discurso del Sujeto Colectivo. Resultados: Participaron en el estudio 13 enfermeros, siendo la mayoría del sexo femenino, con una media de 41 años de edad, 15,9 años de formación profesional y 6 años de actuación en el sector. La atención a la persona con heridas hospitalizada en la UPA se configuró como un fenómeno complejo y desafiante, influenciado por múltiples factores —saturación de los servicios, permanencia prolongada de los pacientes, intensificación de las demandas, sobrecarga del enfermero, realización de cuidados sin supervisión adecuada, lagunas en la capacitación profesional e incumplimiento de la legislación vigente—, los cuales comprometen directamente la calidad y la seguridad del cuidado ofrecido. Conclusión: La permanencia prolongada de usuarios en las UPAs modifica el perfil asistencial e impone desafíos al cuidado de enfermería de las personas con heridas de difícil cicatrización, en un contexto de sobrecarga y limitaciones estructurales.

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Citas

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Publicado

2026-07-20

Cómo citar

1.
Freitas GR de, Andrade MG de, Silva SM da. Prácticas y desafíos en la atención a la persona con heridas hospitalizada en la Unidad de Atención de Emergencia. ESTIMA [Internet]. 20 de julio de 2026 [citado 21 de julio de 2026];24. Disponible en: https://www.revistaestima.com.br/estima/article/view/1847

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