INCONTINENCIA URINARIA Y CALIDAD DE VIDA EN UNA UNIDAD DE ATENCIÓN PRIMARIA

Autores/as

  • Brunna Laryssa Barroso de Sousa Francelino Escola de Saúde Pública do Ceará – Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade – Fortaleza (CE), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-7687-1310
  • Ana Suelen Pedroza Cavalcante Universidade Estadual do Ceará – Centro de Ciências da Saúde – Departamento de Saúde Coletiva – Programa de Pósgraduação em Saúde Coletiva – Fortaleza (CE), Brasil. https://orcid.org/0000-0002-2220-4333
  • Jéssica Menezes Gomes Escola de Saúde Pública do Ceará – Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade – Fortaleza (CE), Brasil. https://orcid.org/0000-0001-9192-5225
  • Annielson de Souza Costa Universidade de São Paulo – Faculdade de Medicina – Departamento de Obstetrícia e Ginecologia – São Paulo (SP), Brasil.
  • Dayana Maia Saboia Universidade Federal do Ceará https://orcid.org/0000-0001-9572-2142

Resumen

Objetivo: Caracterizar la prevalencia de incontinencia urinaria (IU) y evaluar la calidad de vida (CV) de mujeres atendidas en una unidad básica de salud, comparando la CV general de mujeres continentes e incontinentes. Métodos: Estudio piloto exploratorio-descriptivo, transversal y cuantitativo. Muestra compuesta por mujeres mayores de 18 años que acudieron a la Unidad Básica de Salud por cualquier motivo. Recolección de datos realizada de agosto a diciembre de 2021, a través de un cuestionario estandarizado con características demográficas, socioeconómicas, obstétricas, urinarias y de calidad de vida. Resultados: Participaron 53 mujeres con una edad media de 44,49 (±15,38) años. La mayoría de las mujeres se declaró parda (62,3%), casada o en unión estable (52,8%), ejerciendo actividad laboral remunerada (64,15%). El 35,8% de las mujeres fueron diagnosticadas como incontinentes, relatando que perdían orina una vez por semana al toser o estornudar, ejerciendo un impacto moderado en la CV. Las diferencias en los valores de los dominios de CV tienen una correlación estadísticamente significativa entre los grupos de mujeres continentes e incontinentes. Conclusión: Las quejas urinarias prevalecen en una porción significativa de mujeres y la IU es un factor capaz de impactar negativamente en la CV, pero es necesario comprobar los hallazgos en una muestra significativa.

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Publicado

2023-02-09

Cómo citar

1.
Francelino BLB de S, Cavalcante ASP, Gomes JM, Costa A de S, Saboia DM. INCONTINENCIA URINARIA Y CALIDAD DE VIDA EN UNA UNIDAD DE ATENCIÓN PRIMARIA. ESTIMA [Internet]. 9 de febrero de 2023 [citado 2 de agosto de 2026];20. Disponible en: https://www.revistaestima.com.br/estima/article/view/1304

Número

Sección

Original article