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The senses of being an enterostomal therapist nurse: complexities involved in the specialty

Abstract

Objective: To describe the meanings of being an enterostomal therapist considering the complexity of the process of caring for people with wounds, stomas and incontinence. Method: A qualitative, descriptive-exploratory study, conducted through a semistructured interview, between the months of January to April 2018, with 22 graduates from a specialization course in Nursing in Enterostomal Therapy from a public university in the Southeast region, following the snowball technique. Documental research was also carried out in order to complement the data analysis. Results: The interviewed graduates reported that being an enterostomal therapist is taking care of people who have a wound, stoma and/or incontinence, which means they recognized the essence of the specialty. They emphasized that being an enterostomal therapist is to care for people who may be marginalized/stigmatized by society, to work with a focus on the patient’s rehabilitation, seeking social reintegration and independence, and to know how to be an entrepreneur. Conclusion: The meaning of being an enterostomal therapist involves being inserted in a specialty that provides flexibility in the job market and an entrepreneurial character, which gives professional recognition and even financial satisfaction. It is suggested, therefore, that further studies be carried out in this area, contributing to the fields of assistance, teaching, research and extension.
ENG PORT (Português (Brasil))

Author Biography

Carolina Cabral Pereira da Costa

Doutora em Enfermagem. Enfermeira Estomaterapeuta. Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Professora do Centro Universitário Celso Lisboa.

Norma Valéria Dantas de Oliveira Souza

Doutora em Enfermagem. Enfermeira estomaterapeuta – TiSOBEST. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da UERJ. Coordenadora da Pós-graduação em Enfermagem em Estomaterapia da Uerj. Diretora da Faculdade de Enfermagem da Uerj.

Ellen Marcia Peres

Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da UERJ. Coordenadora da Pós-graduação em Enfermagem Clínica da Uerj.

Manoel Luis Cardoso Vieira

Enfermeiro. Doutor em Enfermagem. Enfermeiro do Instituto de Doenças do Tórax da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Professor do Centro Universitário Celso Lisboa.

Jakeline Costa dos Santos

Acadêmica de enfermagem do 5º período da Faculdade de Enfermagem da UERJ e bolsista PROINICIAR do projeto de extensão Telemonitoramento em Estomaterapia.

Rafael Seabra Polidoro Cardoso

Acadêmico de enfermagem do 5º período da Faculdade de Enfermagem da UERJ e voluntário do projeto de extensão Telemonitoramento em Estomaterapia.

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