Artigo Original 1 - Aspectos epidemiológicos e clínicos de pacientes com úlcera por pressão internados em uma instituição hospitalar

Nariani Souza Galvão, David Lopes Neto, Ana Paula Pessoa de Oliveira


RESUMO 

Objetivos: Identificar os aspectos epidemiológicos e clínicos dos pacientes com úlcera por pressão internados em uma instituição hospitalar da cidade de Manaus; caracterizar o perfil sociodemográfico dos pacientes com úlcera por pressão; e classificar a úlcera por pressão por estagiamento, tamanho, profundidade, contornos/bordas, qualidade e quantidade de exsudato, coloração, descolamento, presença da dor e localização anatômica. Métodos: Estudo descritivo, transversal, realizado no Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto, de Manaus, Amazonas, no período de setembro a outubro de 2011. A população da pesquisa foi constituída de 197 pacientes, sendo a amostra constituída por 53 pacientes com úlcera por pressão. Resultados: A predominância de idade encontrada foi acima de 67,79 anos. A média do tempo de internação foi de 2 meses. Observou-se que 74,00% dos pacientes desenvolveram úlcera por pressão no hospital. O período médio para a formação da UP foi de uma semana. A categoria II obteve a maioria das lesões (32,94%). Com relação ao tamanho, a média foi de 30 a 60 cm² (25,90%). Houve predomínio da secreção serossanguinolenta (37,65%). Quanto à localização anatômica, a região sacral obteve 86,79% dos pacientes com UP. Conclusão: Revela-se com os resultados que, na prática epidemiológica e clínica, impactos positivos resultarão em mudanças paradigmáticas que subsidiarão novas formas de se organizar os serviços e de se trabalhar nestes com efetividade em busca da qualidade da assistência e bem-estar do cliente, em especial, com úlcera por pressão. 

DESCRITORES: Enfermagem. Úlcera por pressão. Epidemiologia.

 

INTRODUÇÃO Apesar dos avanços tecnológicos nos cuidados com a saúde, a prevalência das úlceras por pressão (UP) continua elevada, particularmente entre os pacientes idosos e em clientes com doenças crônico-degenerativas hospitalizados1,2

Do ponto de vista epidemiológico, Crozeta aponta que a incidência de UP em instituições com atendimento a pacientes agudos, como hospitais gerais e unidades cirúrgicas, varia de 2 a 29,05%2

No Brasil, estudos realizados por Anselmi, Peduzzi e Junior e Cardoso et al., desenvolvidos em clínicas médicas, tiveram incidência estimada em torno de 42,06% e em clínicas cirúrgicas, de 39,05%1,3

Nos EUA, onde a população estimada de idosos é 1,5 milhão, tem ocorrido um aumento de desenvolvimento de UP, que varia de 23 a 52%4-6, principalmente entre os que vivem em instituições por um longo período. As UPs são causa direta infrequente de morte em paraplégicos, com frequência de 7 a 8%7

A classificação dessas lesões varia de acordo com o comprometimento tecidual e é feita utilizando-se a proposta definida pela NPUAP8 com o Painel Europeu de Consultoria de Úlcera por Pressão - EPUAP (2011)9, que subdividem as lesões em quatro categorias, incluindo mais duas categorias adicionais: 

Categoria I – caracteriza-se por pele intacta com hiperemia de uma área localizada que não embranquece, geralmente sobre proeminência óssea. Eritema não branqueável. 

Categoria II – perda parcial da espessura dérmica. Apresenta-se como úlcera superficial com o leito de coloração vermelho pálida, sem esfacelo. Perda parcial da espessura da pele. 

Categoria III – caracteriza-se pela perda de tecido em sua espessura total. A gordura subcutânea pode estar visível, sem exposição de osso, tendão ou músculo. Esfacelo pode estar presente sem prejudicar a identificação da profundidade da perda tissular. Pode incluir descolamentos e túneis. 

Categoria IV – perda total de tecido com exposição óssea, de músculo ou tendão. Pode haver presença de esfacelo ou escara em algumas partes do leito da ferida. 

Suspeita de lesão profunda dos tecidos10 – área localizada de pele intacta, de coloração púrpura ou castanha ou bolha sanguinolenta, em razão de dano no tecido mole, decorrente de pressão e/ou cisalhamento. A área pode ser precedida por um tecido que se apresenta dolorido, endurecido, amolecido, esponjoso e mais quente ou frio comparativamente ao tecido adjacente. 

Não graduáveis/inclassificáveis: Perda total da espessura da pele ou tecidos – profundidade indeterminada.10 – existem úlceras que não podem ser classificadas até que sejam desbridadas, na qual a base está coberta por esfacelo (amarelo, marrom, cinza, esverdeado ou castanho) e/ou há escara (marrom, castanha ou negra) no leito da lesão. 

Os fatores de risco que comprometem o aparecimento da UP podem ser relacionados tanto ao paciente (idade, morbidade, estado nutricional, hidratação, condições de mobilidade e nível de consciência) como ao ambiente do paciente (pressão, cisalhamento, fricção e umidade), e são considerados fatores intrínsecos e extrínsecos respectivamente11

Assim, a falta de uma assistência especializada no cuidado ao paciente com UP pode levar a um aumento no tempo de internação e comprometer a recuperação, aumentando 

como: septicemia, osteomielite e óbito, além de ocasionar transtornos físicos e emocionais, fazendo com que esses pacientes fiquem mais dependentes em suas rotinas diárias12

Diante desse problema da gravidade dessas lesões, torna-se necessário o aperfeiçoamento dos enfermeiros e uma implantação e implementação da assistência de enfermagem por meio de programas de prevenção e protocolos principalmente para clientes com alto risco de desenvolvimento de UPs13

Assim, o presente estudo teve como objetivos identificar os aspectos epidemiológicos e clínicos dos pacientes com UP internados em uma instituição hospitalar da cidade de Manaus; classificar a UP por categorias, tamanho, profundidade, contornos/bordas, qualidade e quantidade de exsudato, coloração, descolamento, presença da dor e localização anatômica. 

MÉTODOS Estudo descritivo, transversal, realizado no Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto (Manaus, AM), unidade de referência na Amazônia Ocidental, de média complexidade, que conta atualmente com 378 leitos, dos quais 259 funcionam e são distribuídos em 7 pavimentos, totalizando 10 mil metros de área construída. 

A população da pesquisa foi constituída de 197 pacientes, sendo a amostra composta de 53 pacientes com úlcera por pressão internados no Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto no período de setembro a outubro de 2011. 

A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação de um instrumento composto por dados sociodemográficos e clínicos com as características do paciente. 

Fez-se uso da escala de Branden14 para avaliação dos fatores de risco, localização anatômica e avaliação clínica da úlcera. A informação com as características clínicas foi obtida nos prontuários dos pacientes. 

A coleta ocorreu após aprovação do Projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Amazonas, com CAAE no 0316.0.115.000-11. 

As informações coletadas foram tabuladas em planilha no Excel e, após o banco de dados feito, foram trabalhadas no software estatístico SPSS 17.0, pelo qual foi feita a análise de dados. 

RESULTADOS No período de um mês, foram avaliados 197 pacientes que estavam internados, 53 dos quais apresentaram UP, configurando uma prevalência pontual de 26,09%. 

No que se refere ao perfil sociodemográfico dos pacientes com UP, foram encontrados os seguintes resultados: 

A clínica de internação com maior número de pacientes com UP estava localizada na clínica médica (26,41%); a média de idade foi acima de 60 anos (26,42%); e houve predomínio do sexo masculino (57,00%). Houve predomínio também de pacientes com Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) (49,06%), e o tempo médio de hospitalização foi de 2 meses, com percentual de 56,06% (Figura 1). 

O período para formação da UP foi de uma semana, com percentual de 39,62% (Tabela 1). Houve predomínio de uma lesão por paciente (62,26%). 

Quanto à classificação da UP segundo o sistema de estagiamento conforme NPUAP, os resultados são os seguintes: 

A categoria II obteve 32,94% das lesões (Tabela 2). 

Houve predomínio sacral (86,79%) como localização anatômica da UP (Figura 2). 

 

DISCUSSÃO A UP é de difícil tratamento, em geral prolongado, quando se apresenta em estágios avançados, o que corrobora a premissa da prevenção. Portanto, a Enfermagem tem papel fundamental no cuidado preventivo dessas lesões e a responsabilidade de implementar medidas no intuito de diminuir o impacto desse agravo12

A presença de UP quanto à clínica de internação mostrou-se mais elevada na clínica médica, com 26,41%. Esses dados coincidem com os achados na literatura que indicam a clínica médica como o local mais acometido por pacientes com essa lesão12,13

Com relação à idade média desse estudo, foi de 67,79 anos. Uma pesquisa desenvolvida por Miyazaki avaliou que a 

faixa etária predominante estava acima de 60 anos (56,07%), caracterizando uma população em sua maioria de idosos12

Uma das justificativas para esse índice seria que nessa faixa etária o organismo encontra-se mais vulnerável a desenvolver a UP em razão do declínio dos sistemas orgânicos causado pela fisiologia do envelhecimento e associado às doenças crônico-degenerativas, o que compromete a recuperação física desses pacientes15

Outros fatores seriam as doenças de caráter neurológico, que comprometem o estilo de vida, o autocuidado, as atividades diárias, interferindo muitas vezes na percepção sensorial desses pacientes, e que acarreta comprometimento na motilidade, nutrição e umidade15

Os índices quanto à sexualidade apontam para a predominância do gênero masculino, com 57,00%. Esse resultado 

é compatível com os estudos apresentados por outros autores16-18

Em outros estudos, foram encontrados resultados diferentes nos quais a presença de UP em pacientes hospitalizados mostrou-se mais elevada entre as mulheres (56,09%)19 do que entre os homens (56,06%)20

Com relação aos antecedentes clínicos, a Hipertensão Arterial Sistêmica destacou-se com 49,06%. Alguns autores apontam em seus estudos os mesmos resultados encontrados nesta pesquisa19,21

Quanto ao tempo médio de hospitalização, os pacientes ficaram internados por um período de 2 meses, com percentual de 56,06%, seguido de 3 meses de hospitalização e percentual de 26,42%. 

Período médio inferior foi descrito por Crozeta, que relata em seu estudo período de 30,82 dias, variando de 2 a 137 dias2. Outro estudo aponta que o tempo médio de internação foi de 33 dias, variando de 1 a 198 dias11

O período para formação da UP variou em torno de uma semana, com percentual de 39,62%, seguida de um mês depois da internação, com 5,66%, e 1,89% sete meses após a internação. Dos pacientes entrevistados, 26,42% relataram que a UP foi desenvolvida antes da internação hospitalar. Esse resultado é coincidente com o estudo realizado por outra pesquisa1

Nesse sentido, o resultado com relação ao número de UP por paciente foi de apenas uma lesão (62,26%). Proporções semelhantes foram verificadas no estudo de outro pesquisador no qual a maioria dos pacientes (48 ou 57,01%) apresentou lesão única16

Ressalta-se que a categoria mais frequente é a II, com 32,94% das pessoas com UP. 

A predominância de úlceras na categoria II foi observada em outra pesquisa a qual aponta que 53,00% eram UP na categoria II, não tendo sido detectadas lesões em categorias III e IV16

Segundo a literatura, as UPs em categorias II são ocasionadas por fricção, trauma ou por incontinência anal ou urinária, ao provocarem maceração na pele e consequente redução de sua tolerância à pressão22

No que diz respeito à localização anatômica das úlceras por pressão, a região com maior frequência nesse estudo foi a região sacral, que apresentou 86,79%. 

Pesquisa avaliada por outro pesquisador mostrou que 60,07% das lesões acometiam a região sacrococcígea, seguida pela região glútea (28,06%) e calcânea (27,01%)23. A região sacral é o local mais vulnerável à pressão, pois funciona como local de apoio quando o paciente assume decúbito dorsal, lateral ou posição sentada. 

Dentre as limitações da pesquisa, destaca-se a ausência de informações nos prontuários dos pacientes, dificultando a realização da coleta de dados. 

Segundo Vasconcellos, Gribel e Moraes, o prontuário representa uma estratégia para a tomada de decisão (clínica e gerencial), para o apoio à pesquisa e formação profissional, e serve como reflexo da qualidade da assistência prestada24

No Brasil, a ausência de informações nos prontuários configura um problema nas unidades hospitalares24. Portanto, a anamnese realizada no ato da admissão e registrada no prontuário auxilia na identificação dos pacientes em risco de desenvolver úlcera por pressão, bem como reduz possíveis complicações. 

A ausência do profissional enfermeiro na realização dos curativos complexos e simples foi outra dificuldade deste estudo, ficando essa atividade sob responsabilidade da equipe de técnicos e auxiliares de Enfermagem, função essa que deveria ser supervisionada a contento. 

Logo, uma das causas para a ocorrência dessa doença pode-se relacionar à falta de orientação e supervisão do enfermeiro na execução do curativo, realizado por profissionais técnicos e auxiliares de Enfermagem. 

Assim, a implementação dos resultados das pesquisas na prática clínica terá impactos positivos, a partir do interesse dos profissionais de saúde em mudar seus paradigmas e trabalhar de forma mais envolvida na busca pela qualidade da assistência e bem-estar do cliente. 

CONCLUSÃO No período de um mês, foram avaliados 197 pacientes que estavam internados, 53 dos quais apresentaram UP, configurando uma prevalência pontual de 26,09%. 

A maioria dos pacientes estava internada na clínica médica (26,41%); a média de idade foi acima de 60 anos (26,42%); houve predomínio do sexo masculino (57,00%), bem como de Hipertensão Arterial Sistêmica (49,06%); o tempo médio de hospitalização foi de 2 meses, com percentual de 56,06%; o período para formação da UP foi de uma semana, com percentual de 39,62%; a categoria II obteve a maioria das lesões (32,94%); e houve predomínio da região sacra (86,79%) como localização anatômica da UP.

REFERÊNCIAS 

1. Anselmi ML, Peduzzi M, Junior IF. Incidência de úlcera por pressão e ações de enfermagem. Rev Acta Paulista de Enfermagem. 2009;22(3):257-64. 

2. Crozeta K. Avaliação epidemiológica das úlceras por pressão em um hospital de ensino [dissertação]. Programa de Pós-graduação em Enfermagem,Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2009. 

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6. Alja’afreh M, Mosleh SM. Pressure ulcers in Jordan: a snapshot survey of a tertiary public hospital. Br J Nurs. 2013;22(20):S10, S12, S14-6. 

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9. European Pressure Ulcer Advisory Panel and National Pressure Ulcer Advisory Panel. Prevention and treatment of pressure ulcers: quick reference guide. Washington DC: National Pressure Ulcer Advisory Panel; 2009. 

10. Santos VLCG, Caliri MHL. Tradução: Conceito e classificação de úlcera por pressão: atualização do NPUAP. Rev Estima. 2007;5(3):43-4. 

11. Blanes L, Duarte IS, Calil JA, Ferreira LM. Avaliação clínica e epidemiológica das úlceras por pressão em pacientes internados no Hospital São Paulo. Rev Assoc Med Bras. 2004;50(2):182-7. 

12. Miyazaki MY, Caliri MHL, Santos CB. Conhecimento dos profissionais de enfermagem sobre prevenção da úlcera por pressão. Rev Latino-Am. 2010;18(6). Disponível em: <http:// www.scielo.br/pdf/rlae/v18n6/pt_22>. Acesso em: 10/07/13. 

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17. Serpa LF, Santos VLCG, Oliveira Alciclea Santos, Caetano Viviane C, Donadon Shirley R. Incidência de úlceras por pressão em pacientes críticos. Rev Estima. 2011:9(3):21-6. 

18. Gomes FSL, Bastos MAR, Matozinhos FP, Temponi HR, Meléndez GV. Fatores associados à úlcera por pressão em pacientes internados nos Centros de Terapia Intensiva de Adultos. Rev Esc Enferm USP. 2010;44(4):1070-6. 

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22. Lobo A. Factores de Riesgo em el Desarrollo de Úlceras de Presión y sus Implicaciones em la Calidad de Vida. Rev Bras Geriatria e Gerontologia. 2008;11(3):405-18. 

23. Souza CA, Santos I, Silva LD. Aplicando recomendações da Escala de Braden e prevenindo úlceras por pressão – evidencias do cuidar em enfermagem. Rev Brasileira em Enfermagem (REBEN). 2006;59(3):279-84. 

24. Vasconcellos MM, Gribel EB, Moraes IHS. Registro em saúde: avaliação da qualidade do prontuário do paciente na atencao básica. Cad Saúde Pública. 2008;24(1):173-82. 

 



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